Reserva de emergência
Antes de pensar em quanto rende, pense no que acontece se o carro quebrar amanhã. Sem reserva, a resposta costuma ser cartão, cheque especial ou empréstimo. E aí os juros trabalham contra você.
O que é
É um dinheiro separado só para imprevistos: perda de renda, conserto, saúde. Ele não é para render muito. É para estar lá, inteiro, no dia em que você precisar.
Quanto guardar
A conta parte dos seus gastos essenciais por mês: moradia, contas, mercado, transporte, saúde. Uma referência comum é guardar de 3 a 6 meses desses gastos. Quem tem renda que varia muito costuma mirar mais perto de 6 ou acima.
Valores e taxa de exemplo, antes do imposto.
Onde deixar
Não existe um produto certo para todo mundo, e a gente não indica nenhum. Mas a reserva precisa ter três características:
- Dá para sacar no mesmo dia ou no dia seguinte (liquidez diária).
- Risco baixo: o valor não pode cair justo quando você precisa.
- Rende pelo menos perto da inflação, para não perder poder de compra parado.
Na renda fixa, investimentos em banco cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos) têm garantia de até R$ 250 mil por pessoa, por instituição, se o banco quebrar. Confira sempre se o produto tem essa cobertura e se a liquidez é mesmo diária.
Primeiro o colchão, depois o rendimento. Reserva boa é a que está lá quando você precisa.
Faça a sua conta
Use a calculadora de meta com o valor da sua reserva para ver quanto guardar por mês. E se hoje você já está pagando juros, veja quanto custa na calculadora de rotativo e cheque especial.
Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento. Garantia do FGC conforme as regras do fundo; confira em fgc.org.br.